| 18 julho, 2026 - 10:22

Advogado alega que foi clonado e aciona STF contra celebridades e papa Leão XIV

 

Além da indenização de R$ 12 bilhões, requer que a União adote medidas para controlar as tecnologias descritas, criminalizar a clonagem de DNA e proibir a manipulação genética.

Foto: Reprodução

Um advogado ajuizou no STF uma ação indenizatória de R$ 12 bilhões por danos materiais e morais, alegando ser vítima de uma suposta organização criminosa internacional responsável por clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental, perseguições e tentativas de homicídio.

A petição, com 59 páginas, aponta como réus a União, Polícia Federal, Ministério Público Federal, diversos Estados, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, a Igreja Católica, representada pelo Papa Leão XIV, a CNBB, familiares do autor e outras pessoas físicas.

Em aditamento, o advogado incluiu novos réus, entre eles Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Bill Gates, Leonardo DiCaprio, Charlie Sheen, Vinícius Júnior, Ivete Sangalo, Miguel Falabella, Camila Queiroz, Wesley Batista, Elie Horn e André Gerdau Johannpeter.

Segundo o autor, a suposta organização utilizaria satélites, robôs e tecnologias para clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental, desaparecimento de pessoas e até uma tecnologia capaz de “voltar no tempo” para alterar fatos e ocultar crimes.

Ele afirma ter comunicado os fatos à Polícia Federal desde 2023, mas sustenta que não houve investigação adequada.

Na ação, pede a abertura de investigações pela PF e pelas polícias civis, acompanhamento do MPF, quebra de sigilo telefônico de pessoas indicadas, comunicação do caso ao FBI, concessão de medida protetiva e produção de provas.

Além da indenização de R$ 12 bilhões, requer que a União adote medidas para controlar as tecnologias descritas, criminalizar a clonagem de DNA e proibir a manipulação genética.

Em novo aditamento, também solicita pensões mensais e percentuais sobre o faturamento de empresas como Meta, Microsoft, Ambev, Cyrela, Gerdau e Friboi.

Processo: Pet 16.103.

Com informações de Migalhas


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