
Estão incluídas na decisão do TST, as unidades de atendimento, tratamento, transporte, distribuição e áreas administrativas ou de suporte indispensáveis à continuidade de cadeia postal.
Segundo os Correios, a paralisação ocorre em um momento desafiador para a estatal. A empresa informa que mantém como prioridades a redução de despesas e o aumento e eficiência.
De acordo com a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect), um dos principais impasses é o plano de saúde dos funcionários. Segundo a federação, a estatal planeja fazer alterações no benefício.
A decisão das assembleias ocorre depois de sucessivas rodadas de negociação e tentativas de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A categoria buscou uma solução negociada, mas a empresa manteve sua posição em um tema considerado fundamental pelos trabalhadores”, afirmou.
Diversos sindicatos de trabalhadores aprovaram a paralisação por tempo indeterminado. Segundo as entidades, a paralisação ocorre diante da falta de avanço nas negociações com a empresa.
De acordo com avaliação do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Distrito Federal (Sintect-DF), as propostas apresentadas pela estatal, como a redução do 70% das férias, o fim do tíquete extra e a isenção da condição de mantenedora do plano de saúde, representam perdas para os trabalhadores da categoria.
Fonte: Portal Terra