| 3 setembro, 2021 - 08:21

Relatório aponta prática de assédio moral contra funcionários e omissão do uso de cartão da CAARN aos diretores por parte de Monalissa Dantas

 

O relatório final da sindicância da OAB-RN contra a então presidente da CAARN, Monalissa Dantas, apontou ainda depoimentos de funcionários que acusaram a prática de assédio moral da advogada. Pelo menos quatro funcionários relataram práticas abusivas da presidente após o caso do cartão corporativo vira à tona. Os funcionários chegaram a pedir para não terem

O relatório final da sindicância da OAB-RN contra a então presidente da CAARN, Monalissa Dantas, apontou ainda depoimentos de funcionários que acusaram a prática de assédio moral da advogada. Pelo menos quatro funcionários relataram práticas abusivas da presidente após o caso do cartão corporativo vira à tona. Os funcionários chegaram a pedir para não terem mais contato com ela após os episódios. Uma das funcionárias inclusive relatou que estava em tratamento psicológico após as práticas abusivas da advogada.

Segundo o relatório foi observado “notícia de possível prática de assédio moral em face de funcionários subordinados à Presidência da CAARN, seja pela criação de eventual clima de tensão dos funcionários em
relação aos demais membros da Diretoria da CAARN, em razão de expressa proibição imposta pela Presidência aos funcionários, sobre os assuntos que poderiam ou não ser compartilhados com os demais Diretores, bem como pela notícia de incidência de grande pressão psicológica sobre determinados funcionários, levando-os a desenvolver problemas físicos e psicológicos, em suposta afronta ao disposto no art. 27 do Código de Ética e Disciplina da OAB”.

Reprodução

O relatório ainda apontou a conduta grave de Monalissa pela omissão no repasse de informações relevantes à Tesouraria e aos demais Diretores da CAARN, notadamente quanto ao uso irregular de cartão de débito da instituição, em atropelo à prévio compromisso institucional da atual gestão em vetar esta prática. O uso indiscriminado foi relatado desde compras em estabelecimentos de saúde, padarias, postos de gasolina, loja de celular, sem conhecimento de nenhum dos diretores.

No relatório em vários depoimentos de diretores e secretários ficou nítido que nenhum tinha conhecimento do uso do cartão e relataram quebra de confiança na relação com a presidente. Confira o relatório na íntegra:


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