{"id":42926,"date":"2025-05-31T09:00:00","date_gmt":"2025-05-31T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=42926"},"modified":"2025-05-30T23:21:13","modified_gmt":"2025-05-31T02:21:13","slug":"justica-mantem-pensao-a-amante-de-empregado-morto-em-acidente-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2025\/05\/31\/justica-mantem-pensao-a-amante-de-empregado-morto-em-acidente-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a mant\u00e9m pens\u00e3o a amante de empregado morto em acidente de trabalho"},"content":{"rendered":"\n<p>A 2\u00aa Turma do TST manteve, por unanimidade, a condena\u00e7\u00e3o que assegurou \u00e0 companheira de um encarregado de obra, formalmente casado com outra mulher, o direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais no valor de R$ 50 mil e ao recebimento de pens\u00e3o mensal equivalente ao \u00faltimo sal\u00e1rio do empregado, at\u00e9 que ela complete 75 anos. A condena\u00e7\u00e3o decorre de acidente de trabalho que resultou na morte do trabalhador.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/maos-de-alto-angulo-tocando-aliancas-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42928\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/maos-de-alto-angulo-tocando-aliancas-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/maos-de-alto-angulo-tocando-aliancas-300x169.jpg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/maos-de-alto-angulo-tocando-aliancas-768x432.jpg 768w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/maos-de-alto-angulo-tocando-aliancas-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/maos-de-alto-angulo-tocando-aliancas-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Imagem: Freepik<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Embora o empregado mantivesse v\u00ednculo matrimonial com outra mulher, o colegiado reconheceu que a autora era sua dependente econ\u00f4mica e conviveu com ele por 15 anos, per\u00edodo no qual tiveram tr\u00eas filhos. Diante desses elementos, foi reconhecida sua legitimidade para requerer a repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entenda o caso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O trabalhador prestava servi\u00e7os em uma obra quando foi atingido por um componente de laje que se desprendeu de uma grua, vindo a falecer. Sua companheira, com quem conviveu por 15 anos e teve tr\u00eas filhos, ingressou com a\u00e7\u00e3o pleiteando indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e materiais, alegando depend\u00eancia econ\u00f4mica em rela\u00e7\u00e3o ao falecido.<\/p><div class=\"dgytq69e59960c8617\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.dgytq69e59960c8617 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.dgytq69e59960c8617 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.dgytq69e59960c8617 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.dgytq69e59960c8617 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.dgytq69e59960c8617 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.dgytq69e59960c8617 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"iwujs69e59960c85f6\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.iwujs69e59960c85f6 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.iwujs69e59960c85f6 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.iwujs69e59960c85f6 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.iwujs69e59960c85f6 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.iwujs69e59960c85f6 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.iwujs69e59960c85f6 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>As empresas envolvidas sustentaram que, por ele ser casado com outra mulher, seria necess\u00e1rio o reconhecimento pr\u00e9vio da uni\u00e3o est\u00e1vel na Justi\u00e7a C\u00edvel, o que, segundo alegaram, seria legalmente invi\u00e1vel. Argumentaram ainda que j\u00e1 haviam firmado acordo judicial com a esposa e os filhos do trabalhador, no valor de R$ 650 mil, o que excluiria novos pedidos indenizat\u00f3rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A 2\u00aa vara do Trabalho de Suzano\/SP rejeitou o pedido da companheira, sustentando que a prote\u00e7\u00e3o \u00e0 uni\u00e3o est\u00e1vel n\u00e3o se aplica a casos em que h\u00e1 impedimento legal, como o casamento pr\u00e9vio do trabalhador. Contudo, o TRT da 2\u00aa regi\u00e3o reformou a decis\u00e3o, reconhecendo a depend\u00eancia econ\u00f4mica da autora, o longo relacionamento e a exist\u00eancia de filhos, e condenou as empresas, solidariamente, ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais e pens\u00e3o mensal&nbsp;equivalente ao \u00faltimo sal\u00e1rio do empregado&nbsp;at\u00e9 que a autora atinja 75 anos de idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Migalhas<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora o empregado mantivesse v\u00ednculo matrimonial com outra mulher, o colegiado reconheceu que a autora era sua dependente econ\u00f4mica.<br \/><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2025\/05\/31\/justica-mantem-pensao-a-amante-de-empregado-morto-em-acidente-de-trabalho\/\">Mais&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42926"}],"collection":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42926"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42926\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42929,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42926\/revisions\/42929"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42926"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42926"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42926"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}