{"id":40880,"date":"2025-02-28T10:56:58","date_gmt":"2025-02-28T13:56:58","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=40880"},"modified":"2025-02-28T10:56:58","modified_gmt":"2025-02-28T13:56:58","slug":"cosern-indenizara-consumidora-por-falta-de-energia-em-imovel-rural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2025\/02\/28\/cosern-indenizara-consumidora-por-falta-de-energia-em-imovel-rural\/","title":{"rendered":"Cosern indenizar\u00e1 consumidora por falta de energia em im\u00f3vel rural"},"content":{"rendered":"\n<p>A Companhia Energ\u00e9tica do Rio Grande do Norte (Cosern) foi condenada a indenizar uma consumidora, por danos morais, no valor de R$ 4 mil, ap\u00f3s falha na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o em uma comunidade rural no Munic\u00edpio de Jardim de Piranhas. <\/p>\n\n\n\n<p>O caso foi analisado pelo juiz Guilherme Melo Cortez, da Vara \u00danica da\u00a0Comarca\u00a0de Jardim de Piranhas.De acordo com o relatado nos autos, a autora \u00e9 propriet\u00e1ria de um pequeno im\u00f3vel rural, que n\u00e3o \u00e9 assistido pela Cosern, e consequentemente, o im\u00f3vel n\u00e3o possui energia. A moradora diligenciou no sentido de conseguir a liga\u00e7\u00e3o da energia, realizando quatro pedidos administrativos e a concession\u00e1ria n\u00e3o atendeu. O primeiro pedido de liga\u00e7\u00e3o de energia ocorreu no dia 12 de mar\u00e7o de 2024, e os demais foram realizados em abril daquele mesmo ano.Respons\u00e1vel por analisar o caso, o magistrado afirma que, deve-se inicialmente ser reconhecida a import\u00e2ncia assumida pelo fornecimento de energia el\u00e9trica na sociedade, por se tratar de bem essencial para a vida cotidiana. Al\u00e9m disso, o juiz destacou o fato de que diversos aparelhos utilizados no dia a dia, em especial o aparelho celular, dentre outros m\u00f3veis eletr\u00f4nicos, necessitam do uso desse servi\u00e7o para a sua funcionalidade.\u201cA energia el\u00e9trica \u00e9 fundamental para o desenvolvimento e a qualidade de vida da humanidade, impactando praticamente em todos os aspectos da sociedade moderna. Deste modo, sendo fato incontroverso que houve morosidade por parte do r\u00e9u para o fornecimento de energia el\u00e9trica no im\u00f3vel da parte autora, \u00e9 evidente o dano moral sofrido, diante dos transtornos ocasionados pela referida morosidade\u201d, salienta.Al\u00e9m disso, conforme o magistrado Guilherme Melo Cortez, a experi\u00eancia sofrida pela autora n\u00e3o se constitui em mero aborrecimento cotidiano, visto que o consumidor, ao possuir a expectativa de fornecimento de energia, v\u00ea-se aborrecido e frustrado diante da aus\u00eancia desse servi\u00e7o, ocasionado-lhe desconfortos, n\u00e3o sendo poss\u00edvel enquadrar o transtorno dentro de n\u00edvel de toler\u00e2ncia aceit\u00e1vel.<\/p><div class=\"nfdoc69e3f830005f3\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.nfdoc69e3f830005f3 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.nfdoc69e3f830005f3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.nfdoc69e3f830005f3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.nfdoc69e3f830005f3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.nfdoc69e3f830005f3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.nfdoc69e3f830005f3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"ymzpi69e3f830005d3\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.ymzpi69e3f830005d3 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.ymzpi69e3f830005d3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.ymzpi69e3f830005d3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.ymzpi69e3f830005d3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.ymzpi69e3f830005d3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.ymzpi69e3f830005d3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"800\" height=\"480\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/corte-de-energia1469107129.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8460\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/corte-de-energia1469107129.jpg 800w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/corte-de-energia1469107129-300x180.jpg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/corte-de-energia1469107129-768x461.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Observando os autos, em an\u00e1lise das alega\u00e7\u00f5es da autora e diante das provas documentais anexadas ao processo, o juiz verificou a exist\u00eancia de falha na presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o por parte do r\u00e9u, j\u00e1 que, conforme prova anexada, a moradora solicitou a liga\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de energia el\u00e9trica, contudo, a empresa n\u00e3o cumpriu com a solicita\u00e7\u00e3o, permanecendo a cidad\u00e3 por v\u00e1rios meses com a aus\u00eancia de energia el\u00e9trica.\u201cLogo, a parte r\u00e9, como prestadora de servi\u00e7o, possui responsabilidade de natureza objetiva, nos termos do art. 14, do\u00a0C\u00f3digo\u00a0de Defesa do Consumidor, devendo assim, arcar com os danos causados\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Companhia Energ\u00e9tica do Rio Grande do Norte (Cosern) foi condenada a indenizar uma consumidora, por danos morais, no valor de R$ 4 mil, ap\u00f3s falha na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o em uma comunidade rural no Munic\u00edpio de Jardim de Piranhas. 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