{"id":39239,"date":"2024-10-30T10:59:41","date_gmt":"2024-10-30T13:59:41","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=39239"},"modified":"2024-10-30T10:59:41","modified_gmt":"2024-10-30T13:59:41","slug":"tj-mantem-obrigacao-de-empresa-indenizar-cliente-por-instalacao-de-piso-defeituoso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2024\/10\/30\/tj-mantem-obrigacao-de-empresa-indenizar-cliente-por-instalacao-de-piso-defeituoso\/","title":{"rendered":"TJ mant\u00e9m obriga\u00e7\u00e3o de empresa indenizar cliente por instala\u00e7\u00e3o de piso defeituoso"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"588\" height=\"472\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tjrn.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-25729\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tjrn.png 588w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/tjrn-300x241.png 300w\" sizes=\"(max-width: 588px) 100vw, 588px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A 3\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do TJRN manteve a condena\u00e7\u00e3o de uma loja de material de constru\u00e7\u00e3o que forneceu e instalou na casa de um cliente pisos empenados e em tonalidades diferentes das adquiridas. A decis\u00e3o de segunda inst\u00e2ncia preservou a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais no valor de R$ 10 mil, bem como o indeferimento dos danos materiais por decurso do prazo decadencial.Conforme consta no processo, julgado em primeira inst\u00e2ncia pela 6\u00aa Vara C\u00edvel de Natal, o consumidor percebeu a exist\u00eancia \u201cdo v\u00edcio de empenamento e diferentes tonalidades em diversas pe\u00e7as\u201d, em m\u00eas junho de 2019 e logo em seguida comunicou a empresa fabricante. <\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a negativa por parte da empresa em aceitar a responsabiliza\u00e7\u00e3o pelos danos causados, o cliente acionou o Judici\u00e1rio para solucionar a quest\u00e3o.Ao analisar o processo em segunda inst\u00e2ncia, o juiz Eduardo Pinheiro, convocado para atuar como relator da causa, destacou inicialmente a aplica\u00e7\u00e3o do\u00a0C\u00f3digo\u00a0de Defesa do Consumidor ao lit\u00edgio em quest\u00e3o e ressaltou a determina\u00e7\u00e3o de \u201cresponsabilidade civil objetiva para os fabricantes de produtos e fornecedores de servi\u00e7os\u201d. Ele acrescentou que isso implica na \u201cobriga\u00e7\u00e3o de reparar os danos causados aos consumidores devido a v\u00edcios no produto, informa\u00e7\u00f5es inadequadas ou falhas na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os\u201d, independentemente de culpa.Em rela\u00e7\u00e3o ao prazo decadencial dos danos materiais, o magistrado se baseou no artigo 26 do\u00a0C\u00f3digo\u00a0do Consumidor e explicou que \u201ccaberia \u00e0 parte autora reclamar seu direito no prazo de 90 dias\u201d contados do dia da resposta negativa da fabricante, realizada em junho de 2019, de modo que, como a a\u00e7\u00e3o foi proposta apenas em outubro do mesmo ano, \u201cultrapassou o autor o prazo legal que lhe cabia\u201d.<\/p><div class=\"yonre69dd1b2bdd80c\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.yonre69dd1b2bdd80c {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.yonre69dd1b2bdd80c {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.yonre69dd1b2bdd80c {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.yonre69dd1b2bdd80c {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.yonre69dd1b2bdd80c {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.yonre69dd1b2bdd80c {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"wiebu69dd1b2bdd7ec\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.wiebu69dd1b2bdd7ec {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.wiebu69dd1b2bdd7ec {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.wiebu69dd1b2bdd7ec {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.wiebu69dd1b2bdd7ec {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.wiebu69dd1b2bdd7ec {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.wiebu69dd1b2bdd7ec {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Em seguida, por\u00e9m, o juiz frisou que, apesar da incid\u00eancia da decad\u00eancia do \u201cdireito do autor quanto \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o do valor pago, n\u00e3o se pode deixar de observar a exist\u00eancia de danos morais, ante o constrangimento sofrido\u201d, motivo pelo qual a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais foi mantida na decis\u00e3o. O julgador ponderou que a fixa\u00e7\u00e3o de quantia a ser paga atendeu aos \u201ccrit\u00e9rios que informam os princ\u00edpios da proporcionalidade e razoabilidade\u201d, evitando o enriquecimento sem causa do requerente, \u201cmas servindo \u00e0 justa recomposi\u00e7\u00e3o do dano gerado\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 3\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do TJRN manteve a condena\u00e7\u00e3o de uma loja de material de constru\u00e7\u00e3o que forneceu e instalou na casa de um cliente pisos empenados e em tonalidades diferentes das adquiridas. A decis\u00e3o de segunda inst\u00e2ncia preservou a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais no valor de R$ 10 mil, bem como o indeferimento dos<br \/><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2024\/10\/30\/tj-mantem-obrigacao-de-empresa-indenizar-cliente-por-instalacao-de-piso-defeituoso\/\">Mais&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39239"}],"collection":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39239"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39240,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39239\/revisions\/39240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}