{"id":38682,"date":"2024-09-20T15:15:20","date_gmt":"2024-09-20T18:15:20","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=38682"},"modified":"2024-09-20T15:15:20","modified_gmt":"2024-09-20T18:15:20","slug":"homem-invade-terreno-na-praia-de-muriu-e-deve-indenizar-moradores-por-danos-morais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2024\/09\/20\/homem-invade-terreno-na-praia-de-muriu-e-deve-indenizar-moradores-por-danos-morais\/","title":{"rendered":"Homem invade terreno na Praia de Muri\u00fa e deve indenizar moradores por danos morais"},"content":{"rendered":"\n<p>A Justi\u00e7a condenou um homem a pagar indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em R$ 5 mil a casal de moradores, ap\u00f3s invadir terreno localizado na Praia de Muri\u00fa. A decis\u00e3o \u00e9 do juiz Marco Ant\u00f4nio Ribeiro, da 2\u00aa Vara da\u00a0Comarca\u00a0de Cear\u00e1-Mirim.A parte autora adquiriu terreno situado em Muri\u00fa, Munic\u00edpio de Cear\u00e1-Mirim, providenciando a escritura p\u00fablica do im\u00f3vel, casa de veraneio, constru\u00eddo no local para o uso do casal e de sua fam\u00edlia. A compra ocorreu em 2007. Relatou no processo que um homem passou a fazer medi\u00e7\u00f5es que adentravam na \u00e1rea da propriedade do autor. <\/p>\n\n\n\n<p>Os pedidos para que fossem respeitadas as medi\u00e7\u00f5es e constru\u00e7\u00f5es da propriedade foram ignorados.Quando os moradores n\u00e3o estavam no im\u00f3vel, pois n\u00e3o residem no local, o homem derrubou o muro lim\u00edtrofe erguido pelo casal h\u00e1 um tempo, deixando ainda os destro\u00e7os, impedindo a passagem de acesso ao im\u00f3vel. O r\u00e9u colocou bilhete embaixo da porta dos autores, deixando o seu contato de e-mail e confirmando a sua autoria nos fatos praticados contra a propriedade do casal, pelo que os autores registraram Boletim de Ocorr\u00eancia.<\/p><div class=\"qmjdj69e23129c8430\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.qmjdj69e23129c8430 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.qmjdj69e23129c8430 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.qmjdj69e23129c8430 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.qmjdj69e23129c8430 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.qmjdj69e23129c8430 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.qmjdj69e23129c8430 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"hmfij69e23129c8419\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.hmfij69e23129c8419 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.hmfij69e23129c8419 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.hmfij69e23129c8419 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.hmfij69e23129c8419 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.hmfij69e23129c8419 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.hmfij69e23129c8419 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>A parte autora procurou a prefeitura de Cear\u00e1-Mirim para certificar-se das reais medidas do seu terreno, sendo confirmada tal invas\u00e3o atrav\u00e9s de uma Declara\u00e7\u00e3o de Invas\u00e3o de Terra e a Planta de Situa\u00e7\u00e3o Local do Terreno, disponibilizadas pela prefeitura e anexadas aos autos. O casal teve dificuldade de encontrar o endere\u00e7o do r\u00e9u, visto que este deixou escrito somente o seu endere\u00e7o eletr\u00f4nico, e n\u00e3o o seu endere\u00e7o f\u00edsico.Em sua defesa, o acusado alegou nunca ter tido qualquer contato pessoal com os autores. Afirmou, ainda, que realizou, no ano de 2006, quando ainda era dono do im\u00f3vel, medi\u00e7\u00e3o com top\u00f3grafo contratado, na presen\u00e7a do antigo propriet\u00e1rio do im\u00f3vel. Disse que o antigo dono do terreno reconheceu que j\u00e1 tinha invadido dois metros do terreno, onde construiu uma \u00e1rea de lavanderia.Na an\u00e1lise do caso, o magistrado ressaltou que a prova testemunhal tamb\u00e9m corrobora tais fatos e provas. Uma testemunha alegou saber dos fatos (derrubada do muro e bilhete deixado pelo r\u00e9u), enquanto era vizinha do casal de autores, destacando que estes ficaram bastante nervosos com o ocorrido, tamb\u00e9m por j\u00e1 serem idosos.\u201c\u00c9 ineg\u00e1vel ter havido viola\u00e7\u00e3o aos direitos da personalidade dos autores (casal de idosos) em raz\u00e3o da conduta do r\u00e9u em destruir o muro que delimitava a extens\u00e3o da propriedade, al\u00e9m da \u201camea\u00e7a\u201d, em forma de bilhete, endere\u00e7ada aos autores\u201d, salientou o juiz Marco Ant\u00f4nio Ribeiro.Al\u00e9m da condena\u00e7\u00e3o por danos morais, o juiz determinou a reintegra\u00e7\u00e3o de posse da \u00e1rea que delimitava a extens\u00e3o da propriedade do casal, condenando o r\u00e9u a reconstruir o muro \u00e0s suas custas, dentro dos padr\u00f5es de qualidade do muro lim\u00edtrofe outrora existente, no prazo de 30 dias, sob pena de multa di\u00e1ria no valor de R$ 100,00.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a condenou um homem a pagar indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em R$ 5 mil a casal de moradores, ap\u00f3s invadir terreno localizado na Praia de Muri\u00fa. 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