{"id":37905,"date":"2024-07-31T10:58:00","date_gmt":"2024-07-31T13:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=37905"},"modified":"2024-07-31T10:01:46","modified_gmt":"2024-07-31T13:01:46","slug":"empresa-nao-entrega-moveis-planejados-e-devera-indenizar-cliente-por-danos-morais-e-materiais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2024\/07\/31\/empresa-nao-entrega-moveis-planejados-e-devera-indenizar-cliente-por-danos-morais-e-materiais\/","title":{"rendered":"Empresa n\u00e3o entrega m\u00f3veis planejados e dever\u00e1 indenizar cliente por danos morais e materiais"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/movel.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-37906\" width=\"350\" height=\"251\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A Justi\u00e7a condenou uma empresa a indenizar um cliente por danos morais no valor de R$ 7 mil e danos materiais no valor de R$ 33 mil, em decorr\u00eancia da n\u00e3o entrega de m\u00f3veis planejados. Assim determinou a ju\u00edza Karyne Brand\u00e3o, da 11\u00aa Vara C\u00edvel da\u00a0Comarca\u00a0de Natal.Conforme consta nos autos do processo, a parte autora firmou contrato com a empresa no dia 15 de outubro de 2021, a fim de adquirir m\u00f3veis planejados para o seu im\u00f3vel ainda n\u00e3o mobiliado, com previs\u00e3o para realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os em todos os c\u00f4modos da casa. Ficou acordado o pagamento do valor R$ 40 mil, sendo R$ 10 mil de entrada, R$ 20 mil ap\u00f3s 30 dias da assinatura do contrato e mais R$ 10 mil na entrega e conclus\u00e3o do servi\u00e7o.O cliente efetuou o pagamento total de R$ 30 mil, obedecidos os prazos fixados. <\/p>\n\n\n\n<p>A empresa se obrigou a entregar os m\u00f3veis no prazo m\u00e1ximo de 80 dias, contados da assinatura do contrato, fixando prazo menor de 50 dias, para entrega especificamente do guarda-roupa do quarto de casal, da \u00e1rea de servi\u00e7o e dos banheiros. Ap\u00f3s o atraso na entrega, foi relatado que os m\u00f3veis essenciais estavam incorretos, incompletos e com defeitos de fabrica\u00e7\u00e3o.A empresa informou ao cliente que n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de entregar os m\u00f3veis faltantes contratados sem que o autor realizasse o pagamento adiantado de no m\u00ednimo R$ 5 mil. Permaneceu inerte quanto aos reparos e \u00e0 entrega do restante dos m\u00f3veis, mesmo j\u00e1 tendo recebido todo o valor acertado, pois os R$ 10 mil restantes s\u00f3 seriam entregues ao final do servi\u00e7o.Ainda de acordo com os autos, at\u00e9 o momento, o cliente ainda n\u00e3o conseguiu se mudar para o seu novo lar, uma vez que a r\u00e9 n\u00e3o entregou os m\u00f3veis com qualidade, o que impede a habita\u00e7\u00e3o da resid\u00eancia. Al\u00e9m do mais, viu-se prejudicado nos seus estudos para concursos, e, necessitou contrair empr\u00e9stimos banc\u00e1rios para conseguir organizar a vida, diante do custo do contrato firmado com a demandada e da manuten\u00e7\u00e3o de duas casas.<\/p><div class=\"bljue69e233986c0b1\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.bljue69e233986c0b1 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.bljue69e233986c0b1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.bljue69e233986c0b1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.bljue69e233986c0b1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.bljue69e233986c0b1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.bljue69e233986c0b1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"kavoy69e233986c091\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.kavoy69e233986c091 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.kavoy69e233986c091 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.kavoy69e233986c091 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.kavoy69e233986c091 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.kavoy69e233986c091 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.kavoy69e233986c091 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Durante a an\u00e1lise do processo, a ju\u00edza Karyne Brand\u00e3o evidenciou que a empresa r\u00e9 n\u00e3o contestou a a\u00e7\u00e3o no prazo que lhe competia, o que acabou por prestigiar as alega\u00e7\u00f5es apresentadas no in\u00edcio. A magistrada embasou-se no art. 344 do\u00a0C\u00f3digo\u00a0de Processo Civil, o qual diz &#8220;se o r\u00e9u n\u00e3o contestar, ser\u00e1 considerado revel e presumir-se-\u00e3o verdadeiras as alega\u00e7\u00f5es de fato formuladas pelo autor&#8221;.Al\u00e9m do mais, a ju\u00edza Karyne Brand\u00e3o analisou que \u201co fato de que se trata de autor que estava prestando concurso e que chegou a necessitar realizar empr\u00e9stimo por causa do atraso dos m\u00f3veis, tem-se como presente ang\u00fastia que ultrapassa o mero aborrecimento, motivo pelo qual se reconhece a ocorr\u00eancia de dano moral\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a condenou uma empresa a indenizar um cliente por danos morais no valor de R$ 7 mil e danos materiais no valor de R$ 33 mil, em decorr\u00eancia da n\u00e3o entrega de m\u00f3veis planejados. 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