{"id":37900,"date":"2024-07-31T09:24:00","date_gmt":"2024-07-31T12:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=37900"},"modified":"2024-07-30T23:26:10","modified_gmt":"2024-07-31T02:26:10","slug":"fabricante-e-revendedora-sao-condenadas-por-danos-morais-e-materiais-por-venda-de-moto-com-defeito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2024\/07\/31\/fabricante-e-revendedora-sao-condenadas-por-danos-morais-e-materiais-por-venda-de-moto-com-defeito\/","title":{"rendered":"Fabricante e revendedora s\u00e3o condenadas por danos morais e materiais por venda de moto com defeito"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"680\" height=\"453\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/7C8163807106C5849F8982CC3EB5201C7C16_homem-moto.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6557\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/7C8163807106C5849F8982CC3EB5201C7C16_homem-moto.jpg 680w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/7C8163807106C5849F8982CC3EB5201C7C16_homem-moto-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma empresa fabricante de motos e uma revendedora devem indenizar um consumidor por danos morais e materiais devido a venda de um produto defeituoso. Assim determinou, por unanimidade, a 2\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do RN, acompanhando o voto do relator do processo. A decis\u00e3o refere-se a uma apela\u00e7\u00e3o c\u00edvel interposta pela fabricante contra uma senten\u00e7a da 18\u00aa Vara C\u00edvel de Natal.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso iniciou quando o consumidor comprou uma motocicleta financiada pela revendedora. Pouco tempo depois da compra, o ve\u00edculo passou a apresentar defeitos frequentes e os problemas n\u00e3o foram devidamente solucionados pelas assist\u00eancias t\u00e9cnicas autorizadas.Inconformado com a situa\u00e7\u00e3o, o cliente, inicialmente, moveu uma a\u00e7\u00e3o judicial contra a revendedora do produto. Com a senten\u00e7a em primeira inst\u00e2ncia, a empresa que fabricou a moto tamb\u00e9m foi inclu\u00edda no processo por denuncia\u00e7\u00e3o da lide. Tal interven\u00e7\u00e3o \u00e9 uma possibilidade existente no ordenamento jur\u00eddico para dar celeridade processual, quando \u00e9 evidente a responsabiliza\u00e7\u00e3o de terceiro.Diante desse contexto, a fabricante contestou sua responsabilidade na situa\u00e7\u00e3o, alegando n\u00e3o ter participado das negocia\u00e7\u00f5es de venda nem dos reparos realizados.<\/p><div class=\"rtxxg69d2f32102de7\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.rtxxg69d2f32102de7 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.rtxxg69d2f32102de7 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.rtxxg69d2f32102de7 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.rtxxg69d2f32102de7 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.rtxxg69d2f32102de7 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.rtxxg69d2f32102de7 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"srodq69d2f32102dd3\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.srodq69d2f32102dd3 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.srodq69d2f32102dd3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.srodq69d2f32102dd3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.srodq69d2f32102dd3 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.srodq69d2f32102dd3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.srodq69d2f32102dd3 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Ao analisar o caso, o relator destacou que, segundo o\u00a0C\u00f3digo\u00a0de Defesa do Consumidor (CDC), tanto fabricantes quanto revendedores s\u00e3o respons\u00e1veis pela garantia de qualidade e adequa\u00e7\u00e3o dos produtos comercializados.Ele ainda enfatizou que os documentos apresentados nos autos comprovaram os defeitos recorrentes da motocicleta, o que comprometeu sua utiliza\u00e7\u00e3o de forma adequada e segura.\u201cA experi\u00eancia frustrante e angustiante de adquirir um ve\u00edculo novo, que apresenta defeitos cont\u00ednuos, justifica a condena\u00e7\u00e3o por danos morais. O transtorno ultrapassa o mero aborrecimento, afetando significativamente a qualidade de vida do consumidor, que tinha leg\u00edtima expectativa de adquirir um bem livre de v\u00edcios\u201d, destacou o relator em seu voto.Assim, refor\u00e7ando a prote\u00e7\u00e3o dos direitos dos consumidores diante de produtos defeituosos, foi mantida a condena\u00e7\u00e3o da fabricante ao pagamento de danos morais e materiais ao consumidor, conforme determinado em primeira inst\u00e2ncia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma empresa fabricante de motos e uma revendedora devem indenizar um consumidor por danos morais e materiais devido a venda de um produto defeituoso. Assim determinou, por unanimidade, a 2\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do RN, acompanhando o voto do relator do processo. 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