{"id":37253,"date":"2024-06-10T17:12:45","date_gmt":"2024-06-10T20:12:45","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=37253"},"modified":"2024-06-10T17:12:45","modified_gmt":"2024-06-10T20:12:45","slug":"divida-entre-construtora-e-instituicao-financeira-nao-pode-prejudicar-consumidor-que-quitou-o-imovel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2024\/06\/10\/divida-entre-construtora-e-instituicao-financeira-nao-pode-prejudicar-consumidor-que-quitou-o-imovel\/","title":{"rendered":"D\u00edvida entre construtora e institui\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o pode prejudicar consumidor que quitou o im\u00f3vel"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"538\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/X-casos-em-que-o-juiz-pode-anular-o-arremate-em-um-leilao-de-imoveis-1-1024x538.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5395\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/X-casos-em-que-o-juiz-pode-anular-o-arremate-em-um-leilao-de-imoveis-1-1024x538.png 1024w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/X-casos-em-que-o-juiz-pode-anular-o-arremate-em-um-leilao-de-imoveis-1-300x158.png 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/X-casos-em-que-o-juiz-pode-anular-o-arremate-em-um-leilao-de-imoveis-1-768x403.png 768w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/X-casos-em-que-o-juiz-pode-anular-o-arremate-em-um-leilao-de-imoveis-1.png 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>D\u00edvida entre construtora e institui\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o pode prejudicar consumidor que quitou o im\u00f3vel. Essa foi a decis\u00e3o do desembargador Jo\u00e3o Rebou\u00e7as, relator de um Agravo de Instrumento que abordou o tema central: rela\u00e7\u00e3o entre construtora e banco n\u00e3o pode prejudicar o consumidor, autorizando a transfer\u00eancia do bem em favor do adquirente.O tema foi tratado no Agravo de Instrumento interposto contra decis\u00e3o proferida pelo Ju\u00edzo da 2\u00aa Vara da\u00a0Comarca\u00a0de Currais Novos que deferiu um pedido de urg\u00eancia formulado por um consumidor para determinar a transfer\u00eancia, em favor dele, de uma propriedade situada em um empreendimento naquele munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o outorga, ao autor da a\u00e7\u00e3o, a adjudica\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de dom\u00ednio do im\u00f3vel objeto do contrato, que dever\u00e1 efetivar-se mediante transcri\u00e7\u00e3o da transfer\u00eancia da titularidade do im\u00f3vel para o promitente comprador no\u00a0Cart\u00f3rio\u00a0de Registro de Im\u00f3veis onde se encontra assentado o registro do im\u00f3vel discutido nos autos do processo, procedendo-se com a baixa da hipoteca.A autora do recurso afirma que toda a irresigna\u00e7\u00e3o do consumidor \u00e9 fruto de atos exclusivamente praticados por uma empresa do ramo da constru\u00e7\u00e3o, sem qualquer possibilidade de tais a\u00e7\u00f5es possu\u00edrem qualquer v\u00ednculo com ela. <\/p><div class=\"sxclp69e1bf788d37d\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.sxclp69e1bf788d37d {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.sxclp69e1bf788d37d {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.sxclp69e1bf788d37d {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.sxclp69e1bf788d37d {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.sxclp69e1bf788d37d {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.sxclp69e1bf788d37d {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"keqwx69e1bf788d36a\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.keqwx69e1bf788d36a {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.keqwx69e1bf788d36a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.keqwx69e1bf788d36a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.keqwx69e1bf788d36a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.keqwx69e1bf788d36a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.keqwx69e1bf788d36a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Para tanto, narrou que, em 26 de junho de 2013, firmou um Contrato de Financiamento para T\u00e9rmino de Obras de Empreendimento Habitacional com Pacto Adjeto de Aliena\u00e7\u00e3o Fiduci\u00e1ria de Bem Im\u00f3vel em Garantia e Emiss\u00e3o de C\u00e9dula de Cr\u00e9dito Imobili\u00e1rios (CCI) n\u00ba PJ \u2013 0122.Segundo a autora do recurso, o objeto do contrato foi financiar o t\u00e9rmino das obras de um empreendimento denominado situado na zona urbana do Munic\u00edpio de Currais Novos. Relatou que os descontentamentos apontados nos autos s\u00e3o fruto do descumprimento, segundo o consumidor, dos termos contratuais por parte da empresa, ou seja, entrega do lote sem \u00f4nus e averba\u00e7\u00e3o da escritura de compra e venda.E que tais atos n\u00e3o reportam qualquer v\u00ednculo com ela, j\u00e1 que esta n\u00e3o assumiu nenhuma dessas obriga\u00e7\u00f5es para com o consumidor, qui\u00e7\u00e1 possu\u00eda tais obriga\u00e7\u00f5es perante o neg\u00f3cio firmado com a empresa, descumpriu o pacto contratual.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator do recurso, desembargador Jo\u00e3o Rebou\u00e7as, observou que as partes origin\u00e1rias firmaram contrato particular de promessa de compra e venda de unidade imobili\u00e1ria aut\u00f4noma situada no empreendimento residencial \u201cCondom\u00ednio Parque Breju\u00ed\u201d, que se encontra hipotecado em favor da CHB.Observou tamb\u00e9m que, apesar de ter efetuado a quita\u00e7\u00e3o do valor acordado, n\u00e3o foi poss\u00edvel realizar a transfer\u00eancia do bem junto ao cart\u00f3rio competente, vez que o im\u00f3vel est\u00e1 gravado com hipoteca em favor da CHB \u2013 Companhia Hipotec\u00e1ria Brasileira. Segundo o relator, aplicanto\u00a0S\u00famula\u00a0do STJ, o autor que quitou o im\u00f3vel n\u00e3o pode ficar prejudicado pela hipoteca existente entre a CHB e o Parque Serid\u00f3 e por eventual inadimpl\u00eancia desta \u00faltima com a CHB.\u201cO comprador n\u00e3o pode ser prejudicado com a exist\u00eancia de poss\u00edveis pend\u00eancias financeiras existentes entre a empresa Parque Serid\u00f3 Empreendimentos Imobili\u00e1rios (vendedora do bem) e a institui\u00e7\u00e3o que concedeu a hipoteca para a empresa (CHB \u2013 Companhia Hipotec\u00e1ria Brasileira), por isso, n\u00e3o deve ser penalizado com a restri\u00e7\u00e3o hipotec\u00e1ria, j\u00e1 que cumpriu integralmente com o contrato de compra e venda\u201d, decidiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D\u00edvida entre construtora e institui\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o pode prejudicar consumidor que quitou o im\u00f3vel. 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