{"id":34503,"date":"2023-11-07T09:02:54","date_gmt":"2023-11-07T12:02:54","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=34503"},"modified":"2023-11-07T09:02:54","modified_gmt":"2023-11-07T12:02:54","slug":"viuva-sera-indenizada-apos-corpo-do-marido-ser-levado-a-velorio-errado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2023\/11\/07\/viuva-sera-indenizada-apos-corpo-do-marido-ser-levado-a-velorio-errado\/","title":{"rendered":"Vi\u00fava ser\u00e1 indenizada ap\u00f3s corpo do marido ser levado a vel\u00f3rio errado"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"678\" height=\"452\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/images-7.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-34504\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/images-7.jpeg 678w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/images-7-300x200.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O Estado e uma funer\u00e1ria da regi\u00e3o norte catarinense foram condenados solidariamente a indenizarem em R$8 mil uma mulher que teve o corpo do marido levado para vel\u00f3rio errado em outra cidade. A decis\u00e3o \u00e9 do juiz de Direito Gustavo Schlupp Winter, da 2\u00aa vara da comarca de Barra Velha\/SC.<\/p>\n\n\n\n<p>Relata a autora na inicial que seu esposo morreu em setembro de 2019, ap\u00f3s permanecer internado em unidade hospitalar de Joinville. Deste modo, contratou os servi\u00e7os funer\u00e1rios de uma empresa de sua cidade (Barra Velha) para o translado do corpo. Por\u00e9m, ao chegar ao hospital indicado, o preposto foi informado de que o corpo n\u00e3o estava mais l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Somente com o decorrer do tempo esclareceu-se a confus\u00e3o, quando uma segunda funer\u00e1ria foi identificada, agora na condi\u00e7\u00e3o de r\u00e9, e informou que fora contratada pela fam\u00edlia de um outro homem falecido, no mesmo hospital, tamb\u00e9m para realizar a locomo\u00e7\u00e3o. Por engano, contudo, retirou o corpo do marido da autora e o levou para o vel\u00f3rio do outro homem \u00faltimo, em S\u00e3o Francisco do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Relembra a requerente que o equ\u00edvoco demorou para ser desfeito, o que atrasou e muito o in\u00edcio do vel\u00f3rio e causou estranheza aos presentes. Em meio a todo o embara\u00e7o, ela recebeu um telefonema do hospital com a informa\u00e7\u00e3o sobre a localiza\u00e7\u00e3o do corpo de seu falecido marido, em um vel\u00f3rio que n\u00e3o era dele. O caso ganhou repercuss\u00e3o, inclusive com a veicula\u00e7\u00e3o do ocorrido em programas de televis\u00e3o com imagens do seu marido no vel\u00f3rio errado.<\/p><div class=\"xyelj69eb7bd9311c1\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.xyelj69eb7bd9311c1 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.xyelj69eb7bd9311c1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.xyelj69eb7bd9311c1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.xyelj69eb7bd9311c1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.xyelj69eb7bd9311c1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.xyelj69eb7bd9311c1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"cdsuz69eb7bd9311a5\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.cdsuz69eb7bd9311a5 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.cdsuz69eb7bd9311a5 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.cdsuz69eb7bd9311a5 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.cdsuz69eb7bd9311a5 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.cdsuz69eb7bd9311a5 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.cdsuz69eb7bd9311a5 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Citado, o Estado de Santa Catarina afirmou que a responsabilidade civil teria natureza subjetiva, e que n\u00e3o teria havido comprova\u00e7\u00e3o de conduta do ente p\u00fablico com nexo de causalidade ao dano pleiteado. Argumentou, ainda, que a responsabilidade decorreria de fato exclusivo da funer\u00e1ria que n\u00e3o conferiu a identidade do corpo retirado.<\/p>\n\n\n\n<p>A funer\u00e1ria, por sua vez, alegou que o corpo retirado estava sem nenhuma identifica\u00e7\u00e3o, e que o levaram por indica\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios do hospital. Garante assim que seguiu apenas as orienta\u00e7\u00f5es da unidade de sa\u00fade. No entanto, para o sentenciante, o pedido indenizat\u00f3rio \u00e9 plaus\u00edvel, pois restou devidamente configurada a responsabilidade civil da funer\u00e1ria (por a\u00e7\u00e3o) e do Estado (por omiss\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Migalhas <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estado e uma funer\u00e1ria da regi\u00e3o norte catarinense foram condenados solidariamente a indenizarem em R$8 mil uma mulher que teve o corpo do marido levado para vel\u00f3rio errado em outra cidade. 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