{"id":30874,"date":"2023-03-14T08:33:13","date_gmt":"2023-03-14T11:33:13","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=30874"},"modified":"2023-03-14T08:33:13","modified_gmt":"2023-03-14T11:33:13","slug":"tj-nega-recurso-do-estado-para-manter-servidores-em-concurso-no-itep-rn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2023\/03\/14\/tj-nega-recurso-do-estado-para-manter-servidores-em-concurso-no-itep-rn\/","title":{"rendered":"TJ nega recurso do Estado para manter servidores em concurso no ITEP-RN"},"content":{"rendered":"\n<p>O Plen\u00e1rio do TJRN n\u00e3o conheceu do recurso \u2013 Embargos de Declara\u00e7\u00e3o em A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade \u2013 movido pelo Estado do Rio Grande do Norte e manteve decis\u00e3o anterior, que declarou a inconstitucionalidade dos artigos 55 e 75 da Lei estadual n\u00ba 571\/2016, que possibilitava a absor\u00e7\u00e3o dos servidores, inclusive cedidos, para o quadro do ITEP\/RN. O n\u00e3o conhecimento ocorre quando, via de regra, um recurso n\u00e3o preenche os requisitos legais para ser apreciado e, desta forma, atendido ou negado.<\/p>\n\n\n\n<p>A lei criava um quadro suplementar com finalidade espec\u00edfica, o que, conforme a maioria dos votos, violaria a regra do artigo 26, inciso II, da Constitui\u00e7\u00e3o Estadual, j\u00e1 que possibilita o ingresso de pessoas que prestaram concurso para cargos divergente dos quadros do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"903\" height=\"507\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/itep-rn-001.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-25939\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/itep-rn-001.jpg 903w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/itep-rn-001-300x168.jpg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/itep-rn-001-768x431.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 903px) 100vw, 903px\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo o voto do relator, desembargador Jo\u00e3o Batista Rebou\u00e7as, o Supremo Tribunal Federal possui jurisprud\u00eancia no sentido da inconstitucionalidade dos diplomas que \u201cautorizam, permitem ou viabilizam, independentemente de pr\u00e9via aprova\u00e7\u00e3o em concurso p\u00fablico de provas ou de provas e t\u00edtulos, o ingresso origin\u00e1rio no servi\u00e7o estatal ou o provimento em cargos administrativos diversos daqueles para os quais o servidor p\u00fablico foi admitido\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No julgamento atual, o voto vencedor ressaltou que o n\u00e3o conhecimento se deu diante do fato de que os Estados-membros e as respectivas Procuradorias-Gerais n\u00e3o possuem a prerrogativa de recorrer das decis\u00f5es tomadas pela Corte quando se trata de controle abstrato de constitucionalidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fundamentos<\/strong><\/p><div 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respectivos Procuradores-Gerais, hip\u00f3tese diversa dos autos, j\u00e1 que a pe\u00e7a recursal de Embargos de Declara\u00e7\u00e3o foi assinada por Procurador do Estado, isoladamente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAssim, tendo a peti\u00e7\u00e3o recursal sido subscrita t\u00e3o somente por Procuradora do Estado, n\u00e3o havendo assinatura sequer do Procurador-Geral e da Governadora do Estado, esta \u00faltima a \u00fanica legitimada a instaurar processos objetivos de constitucionalidade e a interpor os respectivos recursos, resta patente a ilegitimidade recursal\u201d, esclarece e define o relator.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o, contudo, ressaltou que devem ser preservados, de forma excepcional, todos os atos de aposentadoria e as situa\u00e7\u00f5es em que o servidor implementou os requisitos para aposentadoria at\u00e9 a data da publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade N\u00ba 0006290-43.2016.8.20.0000)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Plen\u00e1rio do TJRN n\u00e3o conheceu do recurso \u2013 Embargos de Declara\u00e7\u00e3o em A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade \u2013 movido pelo Estado do Rio Grande do Norte e manteve decis\u00e3o anterior, que declarou a inconstitucionalidade dos artigos 55 e 75 da Lei estadual n\u00ba 571\/2016, que possibilitava a absor\u00e7\u00e3o dos servidores, inclusive cedidos, para o quadro<br \/><a class=\"more-link\" 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