{"id":25984,"date":"2022-05-10T14:36:09","date_gmt":"2022-05-10T17:36:09","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=25984"},"modified":"2022-05-10T14:36:09","modified_gmt":"2022-05-10T17:36:09","slug":"tst-rejeita-recurso-de-camareira-de-motel-em-natal-que-pedia-adicional-de-insalubridade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2022\/05\/10\/tst-rejeita-recurso-de-camareira-de-motel-em-natal-que-pedia-adicional-de-insalubridade\/","title":{"rendered":"TST rejeita recurso de camareira de motel em Natal que pedia adicional de insalubridade"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"920\" height=\"600\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Em-decis\u00e3o-turma-do-TRT-RN-n\u00e3o-reconhece-insalubridade-pleiteada-por-camareira-de-hotel-.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12653\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Em-decis\u00e3o-turma-do-TRT-RN-n\u00e3o-reconhece-insalubridade-pleiteada-por-camareira-de-hotel-.jpg 920w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Em-decis\u00e3o-turma-do-TRT-RN-n\u00e3o-reconhece-insalubridade-pleiteada-por-camareira-de-hotel--300x196.jpg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Em-decis\u00e3o-turma-do-TRT-RN-n\u00e3o-reconhece-insalubridade-pleiteada-por-camareira-de-hotel--768x501.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 920px) 100vw, 920px\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o exame do recurso de uma camareira da&nbsp;Pudo e Guerra Empreendimentos Ltda., de Natal (RN), que pretendia receber o adicional de insalubridade reconhecido em a\u00e7\u00e3o coletiva. A decis\u00e3o leva em conta que o contrato de trabalho havia sido extinto em 2012, e a decis\u00e3o em que foi reconhecido o direito s\u00f3 se tornou&nbsp;definitiva em 2019, ocorrendo, portanto, a prescri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4>Decis\u00e3o transitada em julgado<\/h4>\n\n\n\n<p>O caso&nbsp;teve in\u00edcio em a\u00e7\u00e3o coletiva ajuizada em outubro de 2017 pelo Sindicato dos Empregados em Com\u00e9rcio Hoteleiro do Estado do Rio Grande do Norte pleiteando a condena\u00e7\u00e3o dos administradores do Motel Vison ao pagamento de adicional de insalubridade \u00e0s camareiras<\/p>\n\n\n\n<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 21\u00aa Regi\u00e3o (RN) reconheceu o direito&nbsp;e condenou a empresa ao pagamento do adicional em grau m\u00e1ximo. Ap\u00f3s diversos recursos, a decis\u00e3o condenat\u00f3ria tornou-se definitiva (transitou em julgado) em dezembro de 2019.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4>Camareira<\/h4>\n\n\n\n<p>O processo entrou na fase de execu\u00e7\u00e3o, e a empresa apresentou os c\u00e1lculos para o pagamento da condena\u00e7\u00e3o. A camareira, que havia trabalhado para o motel entre 2007 e 2012, ajuizou, ent\u00e3o, a a\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o individual da a\u00e7\u00e3o coletiva para questionar os c\u00e1lculos.<\/p>\n\n\n\n<p>O ju\u00edzo da 8\u00aa Vara do Trabalho de Natal (RN) entendeu que o direito da empregada estava prescrito e extinguiu a sua a\u00e7\u00e3o. A decis\u00e3o fundamentou-se no fato de que a a\u00e7\u00e3o coletiva do sindicato havia sido proposta em 2017, e o contrato da camareira fora encerrado em 2012. Esse entendimento foi mantido pelo TRT.<\/p><div class=\"ppcdj69df4341c3199\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.ppcdj69df4341c3199 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.ppcdj69df4341c3199 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.ppcdj69df4341c3199 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.ppcdj69df4341c3199 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.ppcdj69df4341c3199 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.ppcdj69df4341c3199 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"kbnaj69df4341c3183\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.kbnaj69df4341c3183 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.kbnaj69df4341c3183 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.kbnaj69df4341c3183 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.kbnaj69df4341c3183 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.kbnaj69df4341c3183 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.kbnaj69df4341c3183 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<h4>Individualiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p>O relator do agravo de instrumento pelo qual a empregada pretendia ter o caso reexaminado pelo TST, ministro Amaury Rodrigues, explicou que, nas a\u00e7\u00f5es coletivas, a senten\u00e7a tem natureza gen\u00e9rica, pois n\u00e3o h\u00e1 a individualiza\u00e7\u00e3o ou a identifica\u00e7\u00e3o precisa dos benefici\u00e1rios. Isso ocorre apenas na liquida\u00e7\u00e3o, quando a empresa pode indicar as situa\u00e7\u00f5es individuais que impe\u00e7am, modifiquem ou extingam o direito reconhecido na senten\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O magistrado ressaltou que, nas situa\u00e7\u00f5es particulares, a prescri\u00e7\u00e3o bienal total, \u201cpor escapar do n\u00facleo homog\u00eaneo disciplinado pela senten\u00e7a gen\u00e9rica\u201d, pode ser invocada na fase de liquida\u00e7\u00e3o. Nesse caso, n\u00e3o incide o impedimento disposto na&nbsp;<a href=\"http:\/\/www3.tst.jus.br\/jurisprudencia\/Sumulas_com_indice\/Sumulas_Ind_151_200.html#SUM-153\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">S\u00famula 153&nbsp;<\/a>do TST, segundo a qual \u201cn\u00e3o se conhece de prescri\u00e7\u00e3o n\u00e3o arguida na inst\u00e2ncia ordin\u00e1ria\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/p>\n\n\n\n<p>(DA\/CF)<\/p>\n\n\n\n<p>Processo:&nbsp;<a href=\"http:\/\/aplicacao4.tst.jus.br\/consultaProcessual\/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=387420&amp;anoInt=2021\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AIRR-399-97.2020.5.21.0008<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o exame do recurso de uma camareira da&nbsp;Pudo e Guerra Empreendimentos Ltda., de Natal (RN), que pretendia receber o adicional de insalubridade reconhecido em a\u00e7\u00e3o coletiva. 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