{"id":25231,"date":"2022-03-28T10:40:30","date_gmt":"2022-03-28T13:40:30","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=25231"},"modified":"2022-03-28T10:40:30","modified_gmt":"2022-03-28T13:40:30","slug":"justica-condena-empresa-a-restituir-valor-de-televisao-com-defeito-no-rn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2022\/03\/28\/justica-condena-empresa-a-restituir-valor-de-televisao-com-defeito-no-rn\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a condena empresa a restituir valor de televis\u00e3o com defeito no RN"},"content":{"rendered":"\n<p>A comarca de Cara\u00fabas condenou uma empresa de eletrodom\u00e9sticos a restituir a quantia paga por um cliente que comprou uma televis\u00e3o com defeito, gerando tamb\u00e9m indeniza\u00e7\u00e3o pelos danos morais causados, no valor de R$ 1000,00.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme consta no processo, o cliente demandante comprou o bem em fevereiro de 2018 e poucos meses depois este apresentou defeito, quando o comprador j\u00e1 havia pago parcelas equivalentes a R$ 1794,00. Em consequ\u00eancia, o cliente se dirigiu at\u00e9 a loja, buscando solucionar o problema por meio da garantia, mas o produto foi devolvido dias depois, apresentando o mesmo defeito. Novamente o produto foi encaminhado para conserto, contudo, o bem nunca mais foi devolvido ao demandante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"890\" height=\"593\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/tv-digital-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2768\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/tv-digital-1.jpg 890w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/tv-digital-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/tv-digital-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 890px) 100vw, 890px\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em sua defesa, na etapa processual, a empresa alegou, atrav\u00e9s de um procedimento chamado &#8220;chamamento ao processo&#8221;, a necessidade de participa\u00e7\u00e3o da empresa fabricante do televisor para atuar na causa tamb\u00e9m como parte demandada. Mas, a ju\u00edza Ruth Viana apontou, ao analisar o processo, que essa escolha cabe ao consumidor em casos dessa natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>E acrescentou, a magistrada, com base no artigo 18 do c\u00f3digo de defesa do consumidor &#8211; CDC, que a &#8220;parte autora optou por propor a demanda apenas em face da requerida, ora fornecedora, portanto, n\u00e3o h\u00e1 o que se falar em chamamento da fabricante para integrar a lide&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, a magistrada considerou que as informa\u00e7\u00f5es prestadas pelo comprador, em conjunto com as provas existentes nos autos, atestaram &#8220;a verossimilhan\u00e7a das alega\u00e7\u00f5es autorais, estando colacionados tanto o comprovante de ordem de servi\u00e7o perante a assist\u00eancia t\u00e9cnica, quanto a nota fiscal da compra, bem como os comprovantes de pagamentos das parcelas do produto&#8221;.<\/p><div class=\"amboq69d91b1d3ab1a\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.amboq69d91b1d3ab1a {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.amboq69d91b1d3ab1a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.amboq69d91b1d3ab1a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.amboq69d91b1d3ab1a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.amboq69d91b1d3ab1a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.amboq69d91b1d3ab1a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"revsh69d91b1d3aafd\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.revsh69d91b1d3aafd {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.revsh69d91b1d3aafd {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.revsh69d91b1d3aafd {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.revsh69d91b1d3aafd {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.revsh69d91b1d3aafd {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.revsh69d91b1d3aafd {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>A julgadora ressaltou que a pr\u00f3pria demandada, em contesta\u00e7\u00e3o, reconheceu a compra do produto, e os defeitos apresentados, &#8220;inclusive confirmando que a televis\u00e3o foi enviada por duas vezes para a autorizada a fim de solucionar o defeito apresentado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Por essas raz\u00f5es, a magistrada reconheceu a responsabilidade da firma vendedora pelo v\u00edcio no produto, nos termos do art. 18 do CDC, o qual disp\u00f5e tamb\u00e9m que &#8220;n\u00e3o sendo o v\u00edcio sanado no prazo de 30 dias, \u00e9 da escolha do consumidor exigir a substitui\u00e7\u00e3o do produto, a restitui\u00e7\u00e3o imediata da quantia paga ou o abatimento proporcional do pre\u00e7o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos danos morais, a ju\u00edza frisou que estes foram configurados por meio da &#8220;m\u00e1 presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, caracterizada pela falta de dilig\u00eancia na solu\u00e7\u00e3o do problema&#8221;. E, na parte final, a magistrada elaborou o dispositivo da senten\u00e7a no qual estabeleceu os valores a serem restitu\u00eddos e indenizados ao consumidor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(Autos n.\u00ba 0100620-07.2018.8.20.0115)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A comarca de Cara\u00fabas condenou uma empresa de eletrodom\u00e9sticos a restituir a quantia paga por um cliente que comprou uma televis\u00e3o com defeito, gerando tamb\u00e9m indeniza\u00e7\u00e3o pelos danos morais causados, no valor de R$ 1000,00. 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