{"id":24229,"date":"2022-01-28T10:37:04","date_gmt":"2022-01-28T13:37:04","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=24229"},"modified":"2022-01-28T10:37:04","modified_gmt":"2022-01-28T13:37:04","slug":"justica-mantem-realizacao-de-feiras-livres-em-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2022\/01\/28\/justica-mantem-realizacao-de-feiras-livres-em-natal\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a mant\u00e9m realiza\u00e7\u00e3o de feiras livres em Natal"},"content":{"rendered":"\n<p>O juiz da 3\u00aa Vara da Fazenda P\u00fablica de Natal, Airton Pinheiro, julgou improcedente, nesta sexta-feira (28), pedido feito pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual (MPRN) para que todas as feiras livres em Natal fossem suspensas por 15 dias. Na decis\u00e3o \u00e9 salientado que n\u00e3o existe qualquer norma vigente editada pelo Estado do Rio Grande do Norte que suspenda a realiza\u00e7\u00e3o das feiras. A \u00faltima recomenda\u00e7\u00e3o editada pelo governo estadual recomendou aos munic\u00edpios que atuem para reorganizar as feiras \u201ca fim de que ocorram em conformidade as medidas sanit\u00e1rias prescritas em Decretos anteriores &#8211; evidenciando que o Estado n\u00e3o proibiu de qualquer modo a realiza\u00e7\u00e3o das mesmas!\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"273\" height=\"185\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/download.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24230\"\/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o foi proposta pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico contra o Munic\u00edpio de Natal. Na pe\u00e7a, \u00e9 narrado a inten\u00e7\u00e3o dos realizadores das feiras livres do bairro Alecrim e conjunto Santa Catarina de mant\u00ea-las e que isso viola os Decretos Estaduais n\u00b0 29.512, de 13 de mar\u00e7o de 2020 e o n\u00b0 29.534, de 19 de mar\u00e7o de 2020, que estabeleceram o estado de calamidade p\u00fablica decorrente da pandemia provocada pelo novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>Argumentou o \u00f3rg\u00e3o ministerial ser necess\u00e1rio, enquanto perdurarem as medidas restritivas voltadas a evitar aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas, impedir a atividade das feiras nestes bairros. O Munic\u00edpio de Natal apresentou manifesta\u00e7\u00e3o indicando ter editado norma a fim de regulamentar e viabilizar a realiza\u00e7\u00e3o de feiras livres na capital.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de requerer que os feirantes se abstivessem de promover a realiza\u00e7\u00e3o deste tipo de com\u00e9rcio, o MPRN havia solicitado, ainda, a suspens\u00e3o das licen\u00e7as para funcionamento das referidas feiras livres, destacando for\u00e7a policial ao local de realiza\u00e7\u00e3o, com vistas a garantir a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o das feiras com aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas enquanto perdurarem as medidas restritivas do Poder P\u00fablico.<\/p><div class=\"jomdt69db65fa7abed\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.jomdt69db65fa7abed {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.jomdt69db65fa7abed {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.jomdt69db65fa7abed {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.jomdt69db65fa7abed {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.jomdt69db65fa7abed {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.jomdt69db65fa7abed {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"lkiaw69db65fa7abd1\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.lkiaw69db65fa7abd1 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.lkiaw69db65fa7abd1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.lkiaw69db65fa7abd1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.lkiaw69db65fa7abd1 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.lkiaw69db65fa7abd1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.lkiaw69db65fa7abd1 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Segundo a decis\u00e3o judicial, n\u00e3o \u00e9 suficiente para o deferimento dos pedidos autorais a vig\u00eancia de Decretos Estaduais \u201cque apenas reconhecem a situa\u00e7\u00e3o de calamidade p\u00fablica provocada pela pandemia e restringem aglomera\u00e7\u00f5es, \u00e9 necess\u00e1rio expresso comando que vede a realiza\u00e7\u00e3o de feiras livres no Estado do Rio Grande do Norte\u201d, ressalta o julgador. Com base no entendimento exposto pelo magistrado Airton Pinheiro, ao ampliar ou limitar a aplica\u00e7\u00e3o de normas, o Poder Judici\u00e1rio incorreria em inger\u00eancia indevida nas fun\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias do Executivo.<\/p>\n\n\n\n<p>O magistrado frisou ainda que apenas em caso da exist\u00eancia de Decreto Estadual, que expressamente suspenda a realiza\u00e7\u00e3o das feiras livres, \u201c\u00e9 que ao Munic\u00edpio fica vedado legislar em sentido diverso menos restritivo &#8211; ou menos pautado na realiza\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 sa\u00fade, sob pena de incorrer em v\u00edcio de excesso de poder e incompet\u00eancia\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>(A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica n\u00ba 0800262-92.2020.8.20.5300)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O juiz da 3\u00aa Vara da Fazenda P\u00fablica de Natal, Airton Pinheiro, julgou improcedente, nesta sexta-feira (28), pedido feito pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual (MPRN) para que todas as feiras livres em Natal fossem suspensas por 15 dias. 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