{"id":23995,"date":"2022-01-17T09:18:51","date_gmt":"2022-01-17T12:18:51","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=23995"},"modified":"2022-01-17T09:18:51","modified_gmt":"2022-01-17T12:18:51","slug":"tese-de-irregularidade-em-reconhecimento-fotografico-de-acusado-e-rejeitada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2022\/01\/17\/tese-de-irregularidade-em-reconhecimento-fotografico-de-acusado-e-rejeitada\/","title":{"rendered":"Tese de irregularidade em reconhecimento fotogr\u00e1fico de acusado \u00e9 rejeitada"},"content":{"rendered":"\n<p>A suposta exist\u00eancia de ilegalidade em um reconhecimento fotogr\u00e1fico de um homem, realizado pela v\u00edtima de um roubo majorado, foi julgada pela C\u00e2mara Criminal do TJRN, durante uma sess\u00e3o por meio de videoconfer\u00eancia, no julgamento da apela\u00e7\u00e3o criminal. De acordo com a defesa, \u00e9 preciso a reforma da decis\u00e3o feita pela 7\u00aa Vara Criminal de Natal, que o condenou a mais de nove anos e 26 dias-multa, em regime fechado, j\u00e1 que tal entendimento n\u00e3o teria obedecido as formalidades previstas no artigo 226 do C\u00f3digo de Processo Penal. Contudo, a alega\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi acatada pelo \u00f3rg\u00e3o julgador.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"626\" height=\"417\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/balanca-da-justica-e-martelo-na-mesa-de-madeira-e-acordo-na-sala-de-audiencias_28283-789.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6004\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/balanca-da-justica-e-martelo-na-mesa-de-madeira-e-acordo-na-sala-de-audiencias_28283-789.jpg 626w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/balanca-da-justica-e-martelo-na-mesa-de-madeira-e-acordo-na-sala-de-audiencias_28283-789-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 626px) 100vw, 626px\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Segundo os autos, o reconhecimento se deu pela v\u00edtima, que, ao trabalhar como motorista de Uber, foi abordada por dois indiv\u00edduos, sendo um deles o que portava a arma, com a qual realizaram o roubo do ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<p><br>\u201cIsso porque \u00e9 sabido que as disposi\u00e7\u00f5es contidas no artigo 226 do C\u00f3digo de Processo Penal devem ser interpretadas, sob o aspecto da efetiva demonstra\u00e7\u00e3o do preju\u00edzo, ou seja, o reconhecimento de pessoa, presencialmente ou por fotos, \u00e9 apto para identificar o r\u00e9u e fixar a autoria do crime, pois corroborada com outras provas, inclusive quando o reconhecimento for ratificado em ju\u00edzo\u201d, explica a relatoria do voto, ao destacar que assim entendem as cortes superiores, de forma doutrin\u00e1ria e jurisprudencial, como adotou o Superior Tribunal de Justi\u00e7a.<\/p><div class=\"xzabh69dfee687f09a\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.xzabh69dfee687f09a {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.xzabh69dfee687f09a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.xzabh69dfee687f09a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.xzabh69dfee687f09a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.xzabh69dfee687f09a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.xzabh69dfee687f09a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"wkxsg69dfee687f07a\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.wkxsg69dfee687f07a {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.wkxsg69dfee687f07a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.wkxsg69dfee687f07a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.wkxsg69dfee687f07a {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.wkxsg69dfee687f07a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.wkxsg69dfee687f07a {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p><br>\u201cO reconhecimento, sob a garantia do contradit\u00f3rio e ampla defesa, pode servir como meio id\u00f4neo de prova para fundamentar a condena\u00e7\u00e3o\u201d, destaca a relatoria da Apela\u00e7\u00e3o, ao citar a jurisprud\u00eancia do STJ e outros entendimentos de juristas.<\/p>\n\n\n\n<p><br>De acordo com o atual julgamento, no decorrer do tr\u00e2mite processual, est\u00e1 demonstrada a materialidade e autoria do crime, por meio do boletim de ocorr\u00eancia, termo de reconhecimento de pessoas e de objetos, termo de entrega e, sobretudo e pela declara\u00e7\u00e3o da v\u00edtima, prestadas perante a autoridade policial e confirmada em ju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p><br><br><br><br><br><strong>(Apela\u00e7\u00e3o Criminal n\u00b0 0103242-42.2020.8.20.0001)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A suposta exist\u00eancia de ilegalidade em um reconhecimento fotogr\u00e1fico de um homem, realizado pela v\u00edtima de um roubo majorado, foi julgada pela C\u00e2mara Criminal do TJRN, durante uma sess\u00e3o por meio de videoconfer\u00eancia, no julgamento da apela\u00e7\u00e3o criminal. 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