{"id":17362,"date":"2021-03-15T14:30:54","date_gmt":"2021-03-15T17:30:54","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=17362"},"modified":"2021-03-15T12:42:51","modified_gmt":"2021-03-15T15:42:51","slug":"trt-rn-advogado-nao-consegue-indenizacao-por-uso-de-veiculo-particular-em-servico-para-escritorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2021\/03\/15\/trt-rn-advogado-nao-consegue-indenizacao-por-uso-de-veiculo-particular-em-servico-para-escritorio\/","title":{"rendered":"TRT-RN: Advogado n\u00e3o consegue indeniza\u00e7\u00e3o por uso de ve\u00edculo particular em servi\u00e7o para escrit\u00f3rio"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Motorista-consegue-reverter-demiss\u00e3o-por-justa-causa-em-rescis\u00e3o-indireta-no-TRT-RN-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11028\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Motorista-consegue-reverter-demiss\u00e3o-por-justa-causa-em-rescis\u00e3o-indireta-no-TRT-RN-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Motorista-consegue-reverter-demiss\u00e3o-por-justa-causa-em-rescis\u00e3o-indireta-no-TRT-RN-300x200.jpeg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Motorista-consegue-reverter-demiss\u00e3o-por-justa-causa-em-rescis\u00e3o-indireta-no-TRT-RN-768x512.jpeg 768w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Motorista-consegue-reverter-demiss\u00e3o-por-justa-causa-em-rescis\u00e3o-indireta-no-TRT-RN.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21\u00aa Regi\u00e3o (TRT-RN) n\u00e3o reconheceu o direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por uso de ve\u00edculo particular de advogado que prestou servi\u00e7o para a Barbosa e Barreto Advogados Associados.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o desembargador Eduardo Serrano da Rocha, relator do processo no TRT-RN, \u201ccabia ao advogado provar que era obrigado a utilizar o ve\u00edculo pr\u00f3prio para o exerc\u00edcio de suas atividades, de modo a descaracterizar o uso de carro para o simples conforto\u201d, o que n\u00e3o ocorreu no caso.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado solicitou o pagamento de indeniza\u00e7\u00f5es por deprecia\u00e7\u00e3o e desgaste do ve\u00edculo por utiliza\u00e7\u00e3o em servi\u00e7o. De acordo com ele, durante o per\u00edodo que trabalhou para o escrit\u00f3rio de advocacia, realizou dilig\u00eancia com o carro na Grande Natal.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o advogado alegou que teria realizado, ainda, duas outras viagens mais longas: uma de Natal para Areia Branca e outra de Natal para Caic\u00f3, sendo reembolsado apenas com a despesa do combust\u00edvel nos dois deslocamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o escrit\u00f3rio de advocacia alegou, em sua defesa, que a utiliza\u00e7\u00e3o do carro particular n\u00e3o era regra.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque o pr\u00f3prio advogado afirmou na a\u00e7\u00e3o que, quando precisou viajar, o escrit\u00f3rio ofertou a possibilidade de ir de \u00f4nibus ou, caso fosse no ve\u00edculo, haveria reembolso de todas as despesas, como de fato ocorreu.<\/p>\n\n\n\n<p>O desembargador Eduardo Serrano da Rocha ressaltou que o autor do processo n\u00e3o juntou sequer um comprovante de gasto efetuado pelo uso do carro pr\u00f3prio.&nbsp;<\/p><div class=\"ywzvk69e6f3f7cc856\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.ywzvk69e6f3f7cc856 {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.ywzvk69e6f3f7cc856 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.ywzvk69e6f3f7cc856 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.ywzvk69e6f3f7cc856 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.ywzvk69e6f3f7cc856 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.ywzvk69e6f3f7cc856 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"irfzy69e6f3f7cc834\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.irfzy69e6f3f7cc834 {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.irfzy69e6f3f7cc834 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.irfzy69e6f3f7cc834 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.irfzy69e6f3f7cc834 {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.irfzy69e6f3f7cc834 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.irfzy69e6f3f7cc834 {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Ele anexou somente a troca de email com superior que retrata indeniza\u00e7\u00e3o pelo combust\u00edvel e alimenta\u00e7\u00e3o referentes \u00e0s dilig\u00eancias efetuadas em Mossor\u00f3, algo que n\u00e3o consta no pedido inicial do processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA indeniza\u00e7\u00e3o pela utiliza\u00e7\u00e3o de ve\u00edculo pr\u00f3prio somente ocorre quando, para a execu\u00e7\u00e3o do trabalho isso seja imprescind\u00edvel, o que pressup\u00f5e cl\u00e1usula contratual t\u00e1cita ou escrita, ou alguma imposi\u00e7\u00e3o da cobertura desse custo em norma coletiva\u201d, consignou o desembargador.<\/p>\n\n\n\n<p>Por esse entendimento, caberia ao advogado provar que era obrigado a utilizar o ve\u00edculo pr\u00f3prio para o exerc\u00edcio de suas atividades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u201cdiante da total aus\u00eancia de prova quanto ao alegado, que se enquadra como fato constitutivo do seu direito, em conson\u00e2ncia com o que estabelece o art. 818 da CLT c\/c o art. 373, I do C\u00f3digo de Processo Civil\u201d, Eduardo Rocha deu provimento ao recurso do escrit\u00f3rio de advocacia.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o da 2\u00aa Turma foi por unanimidade e alterou o julgamento inicial da 8\u00aa Vara de Natal (RN), que havia reconhecido o direito \u00e0s indeniza\u00e7\u00f5es pela utiliza\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo particular do autor do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>Processo n\u00ba 0001469-57.2017.5.21.0008<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21\u00aa Regi\u00e3o (TRT-RN) n\u00e3o reconheceu o direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por uso de ve\u00edculo particular de advogado que prestou servi\u00e7o para a Barbosa e Barreto Advogados Associados.&nbsp;&nbsp; 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