{"id":12497,"date":"2020-08-27T15:00:29","date_gmt":"2020-08-27T18:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/?p=12497"},"modified":"2020-08-27T12:13:53","modified_gmt":"2020-08-27T15:13:53","slug":"aqueles-que-foram-delatados-podem-questionar-acordos-de-colaboracao-premiada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/index.php\/2020\/08\/27\/aqueles-que-foram-delatados-podem-questionar-acordos-de-colaboracao-premiada\/","title":{"rendered":"Aqueles que foram delatados podem questionar acordos de colabora\u00e7\u00e3o premiada?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"538\" src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cc21cb1fb358362f074e0eb740713bb0-1024x538.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12498\" srcset=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cc21cb1fb358362f074e0eb740713bb0-1024x538.jpeg 1024w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cc21cb1fb358362f074e0eb740713bb0-300x158.jpeg 300w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cc21cb1fb358362f074e0eb740713bb0-768x403.jpeg 768w, https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cc21cb1fb358362f074e0eb740713bb0.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Por Rodrigo Leite | Telegram:&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/t.me\/pilulasjuridicasSTFSTJ\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>https:\/\/t.me\/pilulasjuridicasSTFSTJ<\/strong><\/a><strong>&nbsp;<\/strong>&nbsp;| <strong>Instagram:<\/strong>\n@rodrigocrleite&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Devemos lembrar que o Plen\u00e1rio do Supremo\nTribunal Federal, ao julgar o paradigm\u00e1tico<\/strong><strong> <\/strong><strong>HC 127.483\/PR<\/strong>, Rel. Dias\nToffoli, julgado em 27\/08\/2015, DJe 04\/02\/2016, decidiu que \u201cpor se tratar de\nneg\u00f3cio jur\u00eddico personal\u00edssimo, o acordo de colabora\u00e7\u00e3o premiada <strong>n\u00e3o pode\nser impugnado por coautores ou part\u00edcipes do colaborador<\/strong> na organiza\u00e7\u00e3o\ncriminosa e nas infra\u00e7\u00f5es penais por ela praticadas, ainda que venham a ser\nexpressamente nominados no respectivo instrumento no relato da colabora\u00e7\u00e3o e\nseus poss\u00edveis resultados (art. 6\u00ba, I, da Lei n\u00ba 12.850\/13).\u201d <\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Plen\u00e1rio do STF, o acordo de\ncolabora\u00e7\u00e3o, como neg\u00f3cio jur\u00eddico de natureza personal\u00edssima, n\u00e3o vincula o\ndelatado e n\u00e3o repercute na esfera jur\u00eddica do coimputado. Para o Supremo,\nnegar-se ao delatado o direito de impugnar o acordo de colabora\u00e7\u00e3o n\u00e3o\nimplicaria desprote\u00e7\u00e3o aos interesses, uma vez que nenhuma senten\u00e7a\ncondenat\u00f3ria ser\u00e1 proferida com fundamento apenas nas declara\u00e7\u00f5es do delator,\nassegurando ao delatado o direito de contradiz\u00ea-las no contradit\u00f3rio judicial,\ninclusive confrontando o colaborador em interrogat\u00f3rio ou em audi\u00eancia\nespecificamente designada para esse fim \u2013 ver sobre o assunto: SANTOS, Marcos\nPaulo Dutra. <strong>Colabora\u00e7\u00e3o (dela\u00e7\u00e3o) premiada<\/strong>. Salvador, Juspodivm, 2017,\np. 144.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e1rias decis\u00f5es se sucederam adotando a\nposi\u00e7\u00e3o do Plen\u00e1rio: <strong>Rcl 21.258\/PR<\/strong>, Rel. Min. Dias Toffoli, 15\/06\/2016; <strong>HC 144.426\/DF<\/strong>,\nRel. Min. Celso de Mello, 07\/06\/2017; <strong>HC 144.652\/DF<\/strong>, Rel. Min.\nCelso de Mello, 12\/06\/2017; <strong>RE 1.103.435\/SP<\/strong>, Rel. Min. Ricardo Lewandowski,\n17\/05\/2019 e <strong>Rcl 29.807\/DF<\/strong>, Rel. Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, 29\/11\/2019,\nentre outras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segundo o Plen\u00e1rio do STF<\/strong>, em\ns\u00edntese: n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel a impugna\u00e7\u00e3o do acordo por parte do terceiro\n(delatado), tendo em vista que, \u201ccomo neg\u00f3cio jur\u00eddico personal\u00edssimo, n\u00e3o\nvincula o delatado e n\u00e3o atinge diretamente sua esfera jur\u00eddica.\u201d Essa linha de\nracioc\u00ednio tamb\u00e9m foi adotada pelo Plen\u00e1rio no <strong>Inq 4483 QO\/DF<\/strong>, Rel. Min.\nEdson Fachin, julgado em 21\/09\/2017.<\/p>\n\n\n\n<h4>A Primeira\nTurma do STF, fiel ao precedente do Pleno, &nbsp;sempre repetiu essa posi\u00e7\u00e3o ao decidir que a\nnegativa de acesso aos acordos de colabora\u00e7\u00e3o premiada pelo investigado <em>delatado<\/em> n\u00e3o afronta o enunciado de S\u00famula Vinculante 14,\nna medida em que n\u00e3o \u00e9 o acordo em si que repercute na esfera jur\u00eddica do\ninvestigado, mas os elementos de prova produzidos a partir dele. E tais\nelementos est\u00e3o nos autos, em especial, o depoimento dos colaboradores e os\ndocumentos por eles fornecidos \u2013 ver Inq 4405 AgR\/DF, Rel. Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, julgado em\n27\/02\/2018. &nbsp;Repetiu-se a posi\u00e7\u00e3o do Plen\u00e1rio,\nsegundo a qual, o Termo de Colabora\u00e7\u00e3o Premiada, porquanto\nneg\u00f3cio jur\u00eddico processual personal\u00edssimo, n\u00e3o admite impugna\u00e7\u00e3o de <em>terceiros \u2013 <\/em>Inq 4619 AgR\/DF, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em 10\/09\/2018. <em>Haveria,\npara a Primeira Turma, um contradit\u00f3rio diferido no caso: poss\u00edveis\nquestionamentos ocorreriam posteriormente, no curso da a\u00e7\u00e3o penal em cotejo com\noutras provas. <\/em><\/h4>\n\n\n\n<p>Todavia, com o passar dos anos, o entendimento\ndo Plen\u00e1rio come\u00e7ou a encontrar <strong>resist\u00eancias &nbsp;na Segunda Turma<\/strong>. O \u00f3rg\u00e3o passou a\nentender que se se nega ao terceiro citado o acesso ao termo de colabora\u00e7\u00e3o\npremiada, fere-se o direito \u00e0 ampla defesa. Essa posi\u00e7\u00e3o da Segunda Turma Turma\ncome\u00e7ou a ganhar ades\u00e3o ap\u00f3s o julgamento da <em>Rcl 30742 AgR\/SP, em\n04\/02\/2020.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Para esse colegiado, o acesso ao termo de\ncolabora\u00e7\u00e3o premiada pelo terceiro delatado deve ser franqueado \u00e0 luz da S\u00famula\nVinculante 14, caso estejam presentes dois requisitos: <strong>um, positivo:<\/strong> o\nato de colabora\u00e7\u00e3o deve apontar a responsabilidade criminal do requerente e <strong>outro,\nnegativo<\/strong>: o ato de colabora\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve referir-se \u00e0 dilig\u00eancia em\nandamento \u2013 <strong>Rcl 30742 AgR\/SP<\/strong>, Rel. Ricardo Lewandowski, Segunda Turma,\njulgado em 04\/02\/2020. <\/p><div class=\"zcdry69ea723cbe91e\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/mobile-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.zcdry69ea723cbe91e {\r\ntext-align: center;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.zcdry69ea723cbe91e {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.zcdry69ea723cbe91e {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.zcdry69ea723cbe91e {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.zcdry69ea723cbe91e {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.zcdry69ea723cbe91e {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n<div class=\"bbwpu69ea723cbe8fc\" ><!--<a href=\"https:\/\/bit.ly\/3QdrqTZ\" target=\"_blank\">\n<img src=\"https:\/\/justicapotiguar.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/desktop-geral.gif\"\/><a\/>--><\/div><style type=\"text\/css\">\r\n.bbwpu69ea723cbe8fc {\r\ntext-align: center;\nmargin-bottom: 1em;\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 1201px) {\r\n.bbwpu69ea723cbe8fc {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 993px) and (max-width: 1200px) {\r\n.bbwpu69ea723cbe8fc {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 769px) and (max-width: 992px) {\r\n.bbwpu69ea723cbe8fc {\r\ndisplay: block;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (min-width: 768px) and (max-width: 768px) {\r\n.bbwpu69ea723cbe8fc {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n@media screen and (max-width: 767px) {\r\n.bbwpu69ea723cbe8fc {\r\ndisplay: none;\r\n}\r\n}\r\n<\/style>\r\n\n\n\n\n<p>Seguiu-se orienta\u00e7\u00e3o de parcela da doutrina\nsobre o tema. Para <strong>Nefi Cordeiro<\/strong> (<em>Colabora\u00e7\u00e3o premiada:<\/em>\ncaracteres, limites e controles. Rio de Janeiro: Forense, 2019, p. 41): \u201ch\u00e1\ninteresse direto dos delatados ao acesso e impugna\u00e7\u00e3o do acordo, al\u00e9m do\npr\u00f3prio interesse social no controle dos crit\u00e9rios de barganha e no controle da\nimpunidade de criminosos confessos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com <strong>Vinicius Gomes de Vasconcellos<\/strong> (<em><strong>Colabora\u00e7\u00e3o\npremiada no processo penal<\/strong><\/em><strong>.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Editora Revista\ndos Tribunais, 2020, p. 127), sem o cabimento de impugna\u00e7\u00e3o pelos corr\u00e9us, na\npr\u00e1tica, tornar-se-\u00e1 inquestion\u00e1vel o acordo firmado. Para ele (2020, p. 130),\na possibilidade de impugna\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental tamb\u00e9m para assegurar a paridade de\ntratamento entre delatores em situa\u00e7\u00f5es semelhantes, quando os benef\u00edcios\nconcedidos se mostrarem n\u00e3o ison\u00f4micos e proporcionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m compreendo\nque existe interesse dos corr\u00e9us delatados em questionar os acordos, antes\nou ap\u00f3s sua homologa\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 claro o potencial preju\u00edzo causado pelo aux\u00edlio\ndo colaborador aos demais coimputados. Al\u00e9m do mais, permitir a impugna\u00e7\u00e3o dos\ntermos do acordo seria mecanismo mais franco, transparente e legitimador para\nque se soubesse quais foram os crit\u00e9rios e benef\u00edcios concedidos com a\ncolabora\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>No \u00faltimo dia 25 de agosto de 2020<\/strong>, a Segunda\nTurma reiterou seu entendimento ao considerar que \u201caqueles que foram delatados\npodem questionar acordos de dela\u00e7\u00e3o premiada para se defender.\u201d Para o\ncolegiado, os atingidos por ele devem poder ir ao Judici\u00e1rio, que deve agir\npara garantir os respeitos a direitos fundamentais e ao princ\u00edpio da seguran\u00e7a\njur\u00eddica. O julgamento acabou 2 a 2, e foi adotada a tese mais favor\u00e1vel ao r\u00e9u\n\u2013 ver <strong>HCs 142.205\/PR e 143.427\/PR, ambos de relatoria do Min. Gilmar\nMendes.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao comparar os votos nas Turmas, percebo que\nna Primeira Turma os julgamentos s\u00e3o tomados por 4 a 1 (os Ministros Luiz Fux,\nLu\u00eds Roberto Barroso, Rosa Weber e Alexandre de Moraes seguem a posi\u00e7\u00e3o do\nPlen\u00e1rio no <strong>HC 127483\/PR<\/strong>, <strong>ou seja: <\/strong>o acordo de colabora\u00e7\u00e3o\npremiada n\u00e3o pode ser impugnado por coautores ou part\u00edcipes).<\/p>\n\n\n\n<p>Na Segunda Turma, por\u00e9m, os julgamentos\ngeralmente ocorrem por 3 a 2: os Ministros Celso de Mello, Ricardo Lewandowski\ne Gilmar Mendes admitem que terceiros mencionados tenham acesso e questionem o\nacordo de colabora\u00e7\u00e3o premiada. J\u00e1 os Ministros Edson Fachin e C\u00e1rmen L\u00facia\naplicam a tese sufragada pelo Plen\u00e1rio no HC 127483\/PR.<\/p>\n\n\n\n<p>Ter\u00edamos, pois, 6 votos a favor da manuten\u00e7\u00e3o\ndo precedente tomado pelo Plen\u00e1rio no <strong>HC 127483\/PR<\/strong>, e 4 votos\ncontr\u00e1rios. O Min. Dias Toffoli foi o relator do ac\u00f3rd\u00e3o paradigma sobre o tema\nno Tribunal (<strong>HC 127.8483\/PR<\/strong>) e tamb\u00e9m aplicou esse precedente na Rcl\n21.258\/PR, 15\/06\/2016. Assim, ao que parece, a tese <strong>ainda majorit\u00e1ria no\nTribunal<\/strong> \u00e9 a que considera que <em>terceiros n\u00e3o podem impugnar acordo de\ncolabora\u00e7\u00e3o premiada<\/em>. Todavia, penso que em virtude das decis\u00f5es tomadas\npela Segunda Turma, o tema, novamente, ir\u00e1 desaguar no Plen\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Rodrigo Leite | Telegram:&nbsp;https:\/\/t.me\/pilulasjuridicasSTFSTJ&nbsp;&nbsp;| Instagram: @rodrigocrleite&nbsp; Devemos lembrar que o Plen\u00e1rio do Supremo Tribunal Federal, ao julgar o paradigm\u00e1tico HC 127.483\/PR, Rel. 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